segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A escola não faz sentido

Com a promulgação dos direitos humanos a sociedade deve ser provida de educação, saúde e igualdade. Embora não haja uma reflexão plena sobre isso, pois a distribuição de renda e os investimentos feitos nos setores públicos são péssimo.
A base de todo o desenvolvimento interno de um país é a educação, pois ela formará cidadãos racionais quanto à sua sociedade. Mas o ministério da educação não elabora projetos que beneficiem e valorizem os alunos, nem mesmo professores, simplesmente impõe sistemas que falham ao longo do tempo e pouco ajudam. Mas por que escolas privadas formam estudantes tão bem qualificados?
Isso se deve ao fato de que essas escolas são empresas que visam o capital, na formação básica do direito de cidadão, onde as escolas públicas deveriam executar esse fator primordial e não executam, por que não gera lucro.
Enquanto isso, alunos da rede estadual de educação perdem tempo na sala de aula, pois a escola não tem planejamento, tão pouco uma direção básica que se preocupe com as relações educacionais de cada aluno.
A escola é tudo, menos um local de aprendizagem. Isso é indigno, suprimir conhecimento é calar a voz do povo, tornar as coisas fáceis não é o melhor caminho. Ilusão é acreditar que isso mude no sistema onde vivemos, pois a sociedade se acostumará a cada novo projeto de "desvio" da educação, como muito tem feito, com falsas promessas e planejamentos. A aprovação contínua, evasão, rompimento ético e a base de tudo a desigualdade social, fazem com que os componentes que vivem sob esse sistema fiquem desmotivados e permaneçam cegos.
é uma vergonha fazer parte dessa metodologia, pois literalmente a escola não faz sentido não ensina o jovem, simplesmente mostra aquilo que convém. Portanto ela é uma instituição falida que deve ser extinguida.

domingo, 14 de novembro de 2010

Lamento

Lamento querer-te com tamanha intensidade que nem os céus corrigem este erro amável.
Lamento envolver-te com noites escuras e olhares indesejáveis, totalmente desejáveis.
Lamento me entregar em seus braços quando não mais queria querer.

Sem mais, lamento viver, pois sem fugir de qualquer forma isso não muda, e mudará lamentavelmente na mudança de qualquer olhar e com a angústia de qualquer toque, que ao fragmentar-se voltará para o meu lamento de um céu ao desabrochar em qualquer noite que esteja você.
As marcas de uma intensidade não existente, existe simplesmente por cada qual sentir-se individualmente dependente do todo ser que vive e sem se quer dar-se conta de qualquer coletivo que possa viver. Pois o desejo de qualquer ser individualmente falando é satisfazer-se em sua morte.